Impostômetro beira arrecadação de R$13 trilhões nos últimos 7 anos

Impostômetro beira arrecadação de R$13 trilhões nos últimos 7 anos

Para se ter uma ideia, em 2017, o contribuinte brasileiro trabalhará até o dia 01 de Junho, segundo dados do IPBT somente para pagar os tributos.

Considerada uma das mais importantes ferramentas de cidadania, conscientização e prestação de contas para a sociedade, o Impostômetro – que mede em tempo real a arrecadação de impostos no País – completará no dia 20 abril de 2017 doze anos de existência, registrando só nos últimos 7 anos um recorde de arrecadação de R$ 13 trilhões, sendo que em 2014, a arrecadação também recorde, atingiu R$ 1,95 trilhão.

impostometro 13 trilhões em 7 anos
Impostômetro beira arrecadação de R$13 trilhões nos últimos 7 anos

Criado em 2005 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – IBPT em parceria com a Associação Comercial de São Paulo – ACSP, que mantém o painel afixado em sua sede, na Rua Boa Vista, nº 51, o Impostômetro é responsável por registrar os tributos pagos pelos contribuintes brasileiros nas três esferas do governo: federal, estadual e municipal.

De acordo com estudo do IBPT, que considera os 30 países de maior carga tributária do mundo em relação à aplicação dos tributos em benefício de suas populações, o Brasil ocupa a última posição, oferecendo o pior retorno de serviços públicos aos seus cidadãos.

Em valores, a arrecadação tributária do Brasil passou de R$ 1,273 trilhão no ano de 2010 para R$ 2,004 trilhões em 2016. Para se ter ideia, em 2004, a arrecadação não passou dos 650,1 bilhões de reais.

Para se ter uma ideia, em 2017, o contribuinte brasileiro trabalhará até o dia 01 de Junho, segundo dados do IPBT somente para pagar os tributos, que são os impostos, as taxas e as contribuições, exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. Nesta conta, estão incluídos os tributos pagos sobre os rendimentos, como IRPF, contribuições previdenciária e sindical; sobre o consumo, nos produtos e serviços; e sobre a propriedade, como o pagamento de IPVA e IPTU; além de taxas e contribuições diversas como de limpeza, coleta de lixo e iluminação pública.

Esse número praticamente dobrou nas últimas três décadas. Em 1986, o brasileiro trabalhou 82 dias para pagar os impostos. Em 2014, foram 151 dias, o equivalente a 41,37% do seu rendimento bruto do trabalhador brasileiro repassado aos cofres públicos.

O que achou? Deixe seu comentário

Sobre Luciano Mota

Luciano Mota
Secretário Nacional de Comunicação do PRONA, é apaixonado por política, jornalismo, mídias sociais corporativas, é um fã nato de toda carreira do saudoso Dr. Enéas Carneiro. Micro empresário com desenvolvimento web, tem oferecido um auxílio importante na caminhada do partido.